“Ah, não... Deixa eu ficar só com essa
lembrança..." – Joel Berish
Como
sempre, estou assistindo um grande filme com um atraso de anos!
Definindo
em uma palavra: inusitado!
Não
é um filme que empolga, mas nos faz pensar naquilo que nos tornamos ou somos a
partir das lembranças que, para o bem ou para o mal, fazem parte das nossas
vidas.
O
filme se passa quase que totalmente na cabeça de Joel Barish, que por vingança
(ou dor) resolve apagar as lembranças de sua namorada Clementine (que fez o
mesmo processo na intenção de apagar as lembranças de Joel).
Ora,
quantas vezes gostaríamos de apagar lembranças de pessoas ou situações que nos
machucaram? O filme “brinca” com essa possibilidade.
Apesar
das dores, prefiro ficar com as lembranças. Joel, que toma consciência durante
o processo de que suas memórias estão desaparecendo, se arrepende da decisão
que tomou. Não é o amor que ele quer que permaneça, mas as lembranças que, de
alguma forma, o transformaram.
Lembranças,
de alguma forma, são momentos! Esses momentos nos moldaram. Claro que não é uma
sentença! Podemos, em cada minuto, decidir como esses momentos podem nos
afetar.
No
fim, acredito que podemos nos conhecer melhor a partir de nossa memória e
lembranças. Quem sabe, depois de um tempo, possamos olhar com mais ternura
nosso passado e lembranças.
Minha
nota para o filme: 8

oi comecei a ler seu blog e achei incrível, cada palavra q vc escreve é espetacular, resolvi comentar nesse seu post pq realmente queria muito saber de onde vc tirou esse desenho do filme. agradeço se responder
ResponderExcluirobgd, continue postando sempre pfv ♡
Olá!
ExcluirSomente hoje consegui ver seu comentário! Peço desculpa pela demora!
Agradeço imensamente cada uma de suas palavras...
Não sei mais de onde tirei a imagem, rs! Já tem um certo tempo que postei...
Ando, nos últimos tempo, pouco motivado a escrever, embora haja um montão de ideias para colocar aqui...
De qualquer forma, seu comentário é um grande incentivo para voltar à escrita!
Um grande abraço!